Brasil de Sucesso – Última Semana de Maio

Brasil de Sucesso - Última Semana de Maio

Brasil de Sucesso – Última Semana de Maio

No último Brasil de Sucesso de maio trouxemos notícias ligadas à tecnologia e empreendedorismo brasileiro. Os marcos da semana foram a aquisição da Avon, startups brasileiras nos olhos do mercado e uma matéria interessante de como a Granado Pharmácias tem se reformulado com o decorrer do tempo!

Um dos maiores produtores de aves do país, Paraná comemora bom momento no setor

No Paraná, o bom momento da exportação de aves é motivo de comemoração. Só para a China, as vendas subiram 7% desde entre janeiro e abril. Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal, nos últimos meses a China ultrapassou a Arábia Saudita como principal destino da carne de frango exportada pelo Brasil.

Um dos principais produtores do país nesse setor, o Paraná nunca abateu tantas aves em um primeiro quadrimestre, foram mais de 612 milhões só nos primeiros 4 meses de 2019, segundo o Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do estado.

Na Coopavel, uma cooperativa em Cascavel, no oeste do Paraná, são produzidas cerca de 120 mil toneladas de frango por ano. Desse total, 60% vão para fora do país.

Até o ano passado, a China absorvia 20% das exportações da Coopavel, agora já compra metade do que é produzido. Espera-se que até o final do ano, os chineses comprem 76 mil toneladas de frango abatidos na cooperativa.

Leia o artigo aqui.

Rede de perfumaria e produtos de beleza sobrevive ao teste do tempo no Brasil

Uma das principais redes de perfumaria e produtos de higiene e beleza do país tem quase 150 anos, passou pelo Império, República, duas guerras mundiais, hiperinflação e está aberta até hoje. Ela até teve como cliente o imperador Dom Pedro II. A empresa dá um banho de gestão e modernidade em muita startup.

Mas qual o segredo para uma farmácia de manipulação continuar atraindo clientes nesse mundo que tem tanta pressa por novidades? O empresário Christopher Freeman explica: “A gente desenvolveu produtos mais modernos e eficientes, mudamos ingredientes e a coisa continua”.

Christopher, um inglês apaixonado pelo Brasil, comprou a empresa nos anos 90, ampliou a distribuição para todo o país e transformou as velhas farmácias em boutiques. “A empresa estava sem investimento por vários anos. Por exemplo, não tinha informática, a fábrica era antiga, mas eu achava que tinha potencial”.

O empresário investiu 8 milhões de dólares, o equivalente hoje a R$ 32 milhões, para modernizar a fábrica. O que também recebeu um banho de loja foi a marca, mas sem perder seu vínculo com a história.

O nome farmácia é escrito com “ph”, a escada é de trilho, os móveis são no estilo colonial, parecendo uma loja do século XIX. Ao mesmo tempo, as embalagens tem válvulas modernas e no local existem totens com tela de toque para mostrar os produtos. Esse é um dos grandes desafios de negócios seculares como este: inovar mantendo o que deu certo, modernizar sem descaracterizar a marca. E parece que a empresa conseguiu.

“A gente contratou um desenhista francês, em Nova York, e ele ajudou a gente a dividir os produtos em famílias. A gente criou famílias por tipo de produtos, por exemplo, antissépticos, bebê, glicerina”, conta Christopher.

Em 2004, o inglês comprou outra tradicional marca brasileira de perfumaria. Hoje, tem 73 lojas próprias em todo o Brasil e duas em Paris. Ano passado, faturou R$ 500 milhões. Com 70 anos e quase 30 à frente da empresa, Christopher tem experiência para passar aos mais jovens. As dicas dele são:

  • Empresário não pode entrar em pânico em épocas de crise;
  • É preciso criar uma marca pensando a longo prazo;
  • Sempre investir em qualidade.

Conheça mais:

Granado Pharmácias 
Av. Barão de Tefé, 34 – Centro
Rio de Janeiro/ RJ – CEP: 20010-080
Site: www.granado.com.br
SAC: 0800 940 6730

Fonte: Pequenas Empresas e Grandes Negócios

Preço da gasolina nas bombas termina a semana em queda, diz ANP

O preço médio por litro da gasolina terminou a semana em queda, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (24) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Segundo o levantamento semanal, o valor médio por litro passou de R$ 4,558 para R$ 4,55 – uma queda de 0,18%. No ano, a alta acumulada do preço da gasolina é de 4,8%.

De janeiro a abril, a inflação foi de 2,09%, considerando o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

O valor da gasolina divulgado pela pesquisa semanal representa uma média calculada pela ANP com os dados coletados nos postos, e, portanto, os preços podem variar de acordo com a região.

Já o diesel terminou a semana em alta de 0,08%, de R$ 3,652 por litro para R$ 3,655. No ano, o valor médio do combustível acumula alta de 5,9%. Da mesma maneira que a gasolina, o valor é a média calculada pela ANP com os dados coletados nos postos.

A ANP também monitora os valores médios do etanol e do gás de cozinha. Nesta semana, o preço médio do etanol caiu 1,9%, de R$ 3,005 por litro para R$ 2,946. Foi a quarta queda semanal seguida. No ano, porém, o valor do combustível acumula avanço de 4,3%.

Já o preço médio do gás de cozinha terminou a semana em alta. O avanço foi de 1,1%, de R$ 68,95 para R$ 69,76.

Fonte: G1 Economia

Anatel aprova frequências que servirão para 5G no Brasil

A Anatel deliberou nesta quinta-feira (23) o destino e a regulamentação sobre o uso das faixas de 2,3 GHz e 3,5GHz, que serão usadas para a internet móvel de quinta geração, o 5G.

Segundo a Anatel, a faixa de 2,3 GHz é um importante para alinhamento com sistemas mundiais do tipo IMT (sigla em inglês para Telecomunicações Móveis Internacionais), enquanto que a faixa de 3,5 GHz é tida por muitos como a porta de entrada para as redes de altíssima velocidade da quinta geração de telefonia.

“A aprovação dessas duas matérias é um passo importante para o processo licitatório no qual temos trabalhado, para que seja contemplado o interesse nacional”, destacou em nota o presidente da Anatel, Leonardo de Morais.

O próximo passo é determinar um relator para o edital que será aberto para o leilão das redes no ano que vem. Depois, o edital irá para uma consulta pública.

Segundo a Anatel, a destinação das frequências levou em consideração blocos, arranjos, distribuição geográfica e contrapartidas a serem exigidas dos vencedores da futura licitação, até possíveis medidas preventivas e corretivas para mitigar eventuais interferências prejudiciais entre os sistemas de radiocomunicação.

Leia na íntegra aqui.

Startups entram na mira de investidores estrangeiros e país deve criar novos unicórnios

Uma “startup unicórnio” é um negócio com valor de mercado de US$ 1 bilhão. No Brasil, ainda são poucas empresas nesse time. Mas os investidores internacionais já estão de olho em candidatos brasileiros a entrar nesse clube de bilionários.

Fazendo um paralelo entre o mundo das startups e o do futebol, por exemplo, para empreendedores, os unicórnios são como Messi, Cristiano Ronaldo e Neymar, jogadores com alto potencial, únicos e raros.

O consultor Bruno Rondani comenta que hoje existem cerca de 10 mil startups no Brasil. E de todas essas, só 6 são unicórnios. São mais de 300 startups desse tipo no mundo, com grande concentração nos Estados Unidos e na China.

“O Brasil entrou no clube dos unicórnios, passou a gerar três, quatro por ano agora e há uma expectativa do mercado. Então é muito positivo pra toda a sociedade”, comenta o consultor.

A startup fundada pelo argentino Frederico Vega em 2013 está entre as promessas para se tornar unicórnio. É um aplicativo que conecta empresas que precisam transportar cargas a caminhoneiros e pequenas transportadoras.

Por exemplo, se o caminhão vai cheio para determinado lugar, ele pode voltar cheio também. Num país em que o transporte mais utilizado é o rodoviário, o potencial de faturamento da solução chamou atenção de investidores.

“A gente trouxe de fora US$ 90 milhões para o Brasil durante a pior crise econômica e política dos últimos tempos”, comenta Vega.

Hoje, são 250 mil caminhoneiros cadastrados no app e um faturamento anual de R$ 500 milhões.

“O empreendedor tem que tá olhando quanto a empresa dele vai valer. Mas ela tem que estar preocupada com o problema que ela resolve, tem que tá preocupada com o impacto que ela gera no negócio dela. Se o mercado, os clientes, os usuários de fato veem valor”, afirma o consultor Bruno Rondani.

O foco tem que ser claro: resolver um problema real. No caso das startups unicórnios, a boa notícia é que a América Latina e o Brasil, em especial, entraram de vez na mira dos investidores. O consultor explica que houve um anúncio de um fundo importante, o Softbank, que fala de investir cheques na ordem de US$ 100 milhões e que eles já estão conversando com 140 empresas com esse potencial.

Daqui a quatro, cinco anos o Brasil deve produzir 20, 30 unicórnios por ano. No mercado, também já existem os “decacórnios”, startups avaliadas em mais de US$ 10 bilhões. Por enquanto, não tem nenhuma startup brasileira nesse time.

Leia o artigo completo no G1.


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