Brasil de Sucesso – Penúltima Semana de Fevereiro

Brasil de Sucesso – Penúltima Semana de Fevereiro

Confira as principais notícias sobre avanços na economia, tecnologia e educação brasileira durante a última semana de fevereiro de 2019

Bovespa fecha em alta na última quinta, de olho em reforma da Previdência

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O principal indicador da bolsa paulista, a B3, fechou em alta nesta quinta-feira (14), acima dos 98 mil pontos. O índice acelerou os ganhos no fim tarde, em meio a expectativas de notícias sobre a reforma da Previdência.

O Ibovespa subiu 2,27%, a 98.015 pontos. Na máxima da sessão, a bolsa foi a 98.018 pontos e, na mínima, chegou a 94.915 pontos. Veja mais cotações.

Em fevereiro, a bolsa subiu 0,64%. No ano, o avanço acumulado é de 11,52%.

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Estudante capixaba é aprovada na Universidade de Coimbra, em Portugal, com nota do Enem

Uma jovem de Guarapari, no Espírito Santo, começou 2019 com os pensamentos do outro lado do Oceano Atlântico. Ex-aluna de escola pública, Querén Hapuque da Glória Galvão, de 18 anos, foi aprovada para estudar direito na Universidade de Coimbra através da nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Querén Hapuque da Glória Galvão tem 18 anos e vai cursar Direito — Foto: Reprodução/TV Gazeta

Querén Hapuque da Glória Galvão tem 18 anos e vai cursar Direito — Foto: Reprodução/TV Gazeta

A capixaba recebeu a notícia de que tinha conquistado vaga na seleção da Coimbra duas semanas após descobrir o desempenho que teve no Enem. Querén disse que na hora em que viu o nome na lista, ficou emocionada e correu para avisar a mãe.

“Eu estava em casa mexendo no celular quando recebi a confirmação da Universidade de Coimbra, dizendo que eu havia conseguido a vaga. Na hora eu fiquei em choque, paralisada, porque meu sonho sempre foi estudar fora do Brasil. Depois corri para avisar minha mãe”, relembra

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Conheça Ivair Gontijo, o brasileiro que trabalha nas missões espaciais americanas até Marte

Ivan Gontijo, brasileiro que trabalha nas missões espaciais a Marte, na Campus Party 2019. — Foto: Carolina Dantas/G1

Ivan Gontijo, brasileiro que trabalha nas missões espaciais a Marte, na Campus Party 2019. — Foto: Carolina Dantas/G1

Ivair Gontijo, líder de uma das equipes que ajudaram na aterrissagem do robô Curiosity em Marte, é brasileiro — um “mineirim” de Moema, cidade com cerca de 7,4 mil habitantes. Em palestra de abertura na Campus Party na noite desta terça-feira (12), ele contou uma parte do longo caminho até o topo da carreira no Jet Propulsion Laboratoty (JPL), laboratório da agência espacial americana (Nasa).

“O processo de entrar na Nasa, com certeza, é complexo. É a mesma coisa em qualquer país. Por que eles vão dar emprego pra um estrangeiro, se tem mil americanos querendo o mesmo emprego?”, comparou o físico.

“Eu bati na porta da Nasa várias vezes. Não foi da primeira vez. Nem da segunda. Foram muitas vezes. E eu não aceito um ‘não’ facilmente. É isso, a gente tem que continuar insistindo”, disse o físico.”

Gontijo estudou em escolas públicas no interior de Minas Gerais até os 18 anos. Chegou a fazer um curso técnico em agropecuária e trabalhou na região da nascente do Rio São Francisco. Então, decidiu estudar física e se mudar para Belo Horizonte — ele fez faculdade na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

“Trabalhar em uma fazenda aguça primeiro a curiosidade da gente, vendo aquela noite tão escura, aquele céu espetacular – e [surge] a vontade de criar uma carreira científica. Então, eu trabalhei na fazenda por três anos economizando dinheiro para ir para Belo Horizonte estudar.”

A missão do robô Curiosity (na foto) encontrou moléculas orgânicas, desvendou detalhes sobre as estações climáticas marcianas e detalhou as variações de temperatura do planeta. — Foto: Nasa/JPL

A missão do robô Curiosity (na foto) encontrou moléculas orgânicas, desvendou detalhes sobre as estações climáticas marcianas e detalhou as variações de temperatura do planeta. — Foto: Nasa/JPL

Antes de se mudar para Los Angeles, em 1998, Gontijo fez mestrado ainda no Brasil e doutorado em Glasgow, na Escócia.

Há dez anos, ele ajudou a construir os transmissores e receptores do radar usado na descida do robô Curiosity em Marte. A missão triunfou desde 2012: encontrou moléculas orgânicas, desvendou detalhes sobre as estações climáticas marcianas e detalhou as variações de temperatura do planeta — faz -90ºC nas noites de inverno e 0ºC nas noites de verão.

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