Brasil de Sucesso – 3ª Semana de Abril!

Brasil de Sucesso - 3ª Semana de Abril!

Brasil de Sucesso – 3ª Semana de Abril!

Chegamos na terceira semana de Abril e podemos dizer que finalizamos os primeiros 25% do ano!

Como está seu planejamento até aqui? Tem conseguido cumprir as metas? As previsões de melhora nos setores de economia, tecnologia e educação no Brasil estão com alta em diversos nichos.

Vamos ver as boas notícias da semana?

Magazine Luiza e B2W avaliam aquisição da Netshoes

A Magazine Luiza e B2W estão atualmente avaliando uma potencial operação envolvendo a aquisição da Netshoes, mas até o momento não há acordo para eventual transação, afirmaram ambas as varejistas na quarta-feira (10).

Os comunicados foram divulgados após o fechamento do mercado na véspera, na esteira de notícia publicada pelo blog Brazil Journal um dia antes de que as duas empresas estavam negociando a compra da empresa de comércio eletrônico.

Na terça-feira, os papéis da Netshoes, que são negociados em Nova York, chegaram a subir quase 36% na máxima da sessão, mas encerraram com acréscimo de 18,66%, a R$ 2,48. Na quarta-feira, recuaram 11,29%.

“Não há contudo, até o presente momento, qualquer contrato, acordo ou oferta vinculante acerca de uma eventual transação, assim como não há qualquer garantia sobre a efetivação de qualquer negócio entre as partes”, disse a Magazine Luiza.

A B2W disse que está sendo assessorada pelo BTG Pactual, mas também afirmou que, até o momento, não há qualquer decisão da companhia sobre uma eventual aquisição de ações, tampouco qualquer documento vinculante.

A Netshoes contratou o Goldman Sachs no ano passado para buscar um novo sócio que possa injetar capital na companhia, depois do banco ter ajudado a empresa a refinanciar sua dívida.

Desde a estreia na bolsa de Nova York, em abril de 2017, as ações da varejista online caíram quase 90%.

Analistas do Brasil Plural consideram a operação neutra para o Magazine Luiza, já que de acordo com o atual valor de mercado da Netshoes a aquisição não afetaria substancialmente os fluxos de caixa da empresa, enquanto as operações da Netshoes não apresentam crescimento atrativo que a Magazine Luiza poderia capturar em um cenário de aquisição.

“No entanto, a empresa poderia aproveitar a oportunidade para entrar no negócio de vestuário e calçados, seguindo os passos da Amazon no Brasil”, afirmaram os analistas, em nota a clientes.

Para a B2W, eles consideram a possível aquisição negativa, argumentando que a empresa não possui nenhum caixa extra disponível para a aquisição de uma empresa com crescimento lento e queima de caixa, “já que enfrentam um ambiente mais competitivo em comércio eletrônico no Brasil, com os concorrentes adotando uma abordagem mais agressiva sobre frete grátis e outras iniciativas comerciais”.

De acordo com o blog Brazil Journal, as empresas estão conduzindo auditorias na Netshoes – o BTG Pactual estaria assessorando a B2W, e o JPMorgan, o Magazine Luiza.

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Colheita da soja no Rio Grande do Sul segue adiantada e produtiva

A prolongada janela de tempo seco tem favorecido a colheita da soja no Rio Grande do Sul. Dos 5,8 milhões de hectares, 68% já foram retirados, mais adiantada que os 60% do ano passado e os 65% da média para o período. Ao que tudo indica, o clima vai continuar ajudando neste fim de semana, segundo a meteorologia.

A própria Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) está apostando que o Rio Grande do Sul colherá a mais safra da história, acima de 18,7 milhões de toneladas, mas é preciso terminar a colheita para confirmar estes dados. Do que ainda falta colher, 25% estão maduros e prontos para serem retiradas e 7% em enchimento de grãos, informou a Emater/RS.

Segundo a entidade, em geral, embora tenha interrompido a colheita, a chuva favoreceu a cultura, tanto as lavouras tardias em enchimento de grãos, como as lavouras prontas que apresentavam baixa umidade no grão, causando perdas na colheita por quebra, debulha e menor peso do grão comercializado.

Grande produtividade

“Nas regiões do médio Alto Uruguai e Rio da Várzea, a maior parte das lavouras foi colhida. Algumas delas apresentaram produções recordes, alcançando produtividades de até 90 sacas por hectare. Nas áreas de soja safrinha, intensifica-se a aplicação de fungicidas e inseticidas, pois é grande a pressão da ferrugem asiática no período”, diz a Emater/RS.

Já na em localidades próximas a Alto Jacuí, Celeiro e Noroeste Colonial, houve menor avanço da colheita devido à finalização nas pequenas propriedades, tendo continuado nas maiores áreas até a ocorrência de chuvas. De segunda a quinta-feira, a colheita foi normal, com solo seco dando condições de agilidade na operação, mas com grãos muito secos. O produto colhido apresentou elevada quantidade de grãos quebrados e aumentou o volume de impurezas (principalmente película do grão, grãos finamente quebrados e matérias estranhas), em decorrência da baixa umidade que aumenta as avarias no grão devidas aos impactos no momento de corte, trilha e separação.

“Houve também aumento das perdas na colheita na plataforma de corte, principalmente nos horários mais quentes da tarde. No final da semana não houve colheita em função do retorno das chuvas. As produtividades alcançadas estão muito próximas das obtidas no ano anterior”, diz.

Outras regiões

Nas regiões da Fronteira Noroeste e Missões, a colheita atingiu 73% da área, avançando continuamente em função das condições climáticas. A produtividade está superando a expectativa inicial de 3.136 quilos por hectare, atingindo 3.268 quilos por hectare. Nas lavouras de soja safrinha, o porte das plantas é menor do que o das lavouras plantadas no período recomendado, indicando menor potencial de produtividade, que não deve passar de 2.400 quilos por hectare. Observa-se a migração dos percevejos das áreas maduras para as áreas de safrinha, aumentando a incidência da praga.

Nos Campos de Cima da Serra, metade da área foi colhida, com produtividade média de 3.676 quilos por hectare. No Planalto Médio, a colheita chegou a 80% da área, com produtividade média de 3.800 quilos por hectare. No Alto Uruguai, 90% das áreas foram colhidas, restando apenas variedades tardias. A produtividade média é de 3.780 quilos por hectare. Na região Central, metade da área foi colhida, com rendimentos acima de três mil quilos por hectare; lavouras tardias deverão apresentar uma produtividade menor, principalmente devido à incidência mais forte de ferrugem asiática.

Fonte: Canal Rural


MS embarcou quase metade das suas exportações nos primeiros três meses de 2019 pelo porto de Santos

A distância entre Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul, e Santos, em São Paulo, é de aproximadamente 1.086 quilômetros. Mas foi o terminal paulista o principal canal para o escoamento das exportações sul-mato-grossenses no primeiro trimestre de 2019.

Segundo o Ministério da Economia, das 2,903 milhões de toneladas em produtos exportadas pelo estado no acumulado de janeiro a março deste ano, 1,340 milhão, o equivalente a 46,18%, foram embarcadas no Porto de Santos.

Em receita, a participação do terminal paulista nos embarques de mercadorias “Made in MS” é ainda maior. Do faturamento total do estado com as exportações, US$ 1,178 bilhão, US$ 621,827 milhões, 52,77%, vieram dos produtos despachados via Santos.

Dados do ministério apontam que Mato Grosso do Sul exportou por meio do porto paulista 50 tipos de produtos. O principal foi a celulose, com 1,059 milhão de toneladas, o que representou 88,12% do volume total embarcado pelo estado para o mercado internacional, que foi de 1,202 milhão de toneladas.

Depois aparecem com destaque ainda o escoamento de soja, com 128,143 mil toneladas (20,99% do total exportado por Mato Grosso do Sul); farinhas e pellets da extração do óleo de soja, com 80,814 mil toneladas (72,63%); carnes desossadas e congeladas de bovinos, com 8,196 mil toneladas (28,49%) e carne desossadas frescas ou refrigeradas de bovinos, com 3,945 mil toneladas (34,39%).

Após o porto de Santos, os outros principais canais de embarque de exportações utilizados pelas empresas de Mato Grosso do Sul, no que se refere a receita com as operações, foram os terminais de Paranaguá, no Paraná, e São Francisco do Sul, em Santa Catarina.

Por Paranaguá, o estado embarcou nestes três meses de 2019, 478,780 mil toneladas de produtos, o que resultou em um faturamento de US$ 243,698 milhões, com o embarque de 33 tipos de itens. Os principais foram a soja, com 234,659 mil toneladas (38,44% do total do estado); pedaços e miudezas comestíveis e congelados de galos e galinhas, com 25,626 mil toneladas (88,52%) e carne desossada e congelada de bovinos, com 7,323 mil toneladas (25,46%).

Já por São Francisco do Sul, o volume exportado foi de 257,180 mil toneladas, o que levou a uma receita de US$ 149,930 milhões. Um grupo de 20 itens fez parte da lista de produtos do estado embarcados via terminal catarinense. Os três principais foram a soja, com 158,380 mil toneladas (25,94% do total sul-mato-grossense); a celulose, com 75,462 mil toneladas (6,27%) e carne desossada e congeladas de bovinos, com 9,288 mil toneladas (32,28%).

Juntos, os três portos: Santos, Paranaguá e São Francisco do Sul, embarcaram 2,076 milhões de toneladas de produtos de Mato Grosso do Sul, 71,53% do total exportado pelo estado, com um resultado financeiro de US$ 1,015 bilhão, 86,18% da totalidade do faturamento.

Fonte: G1 – Economia


Brasil exporta recorde de quase 10 milhões de sacas de café no 1º tri

A exportação de café verde pelo Brasil chegou a um recorde de 9,1 milhões de sacas nos três primeiros do ano, alta de 28,8% ante o primeiro trimestre de 2018, informou Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) nesta quarta-feira (10).

Considerando-se os cafés industrializados, o Brasil registrou exportações totais de 9,9 milhões de sacas de café no primeiro trimestre, aumento de 25,7% e também uma quantidade histórica para o período.

“Caminhamos para fechamento do ano cafeeiro com ótimos resultados no desempenho, atingindo prováveis 40 milhões de sacas exportadas, um volume recorde histórico para o período”, avaliou o presidente do Cecafé, Nelson Carvalhaes, reafirmando previsão feita no mês passado.

No acumulado da safra até agora (julho a março), as exportações totais estão em cerca de 31 milhões de sacas, 30,3% mais na comparação com igual período do ciclo anterior.

O Cecafé destacou ainda que, em relação aos cafés diferenciados (aqueles que têm qualidade superior ou algum tipo de certificado de práticas sustentáveis), de janeiro a março o Brasil exportou 1,8 milhão de sacas, com receita cambial de US$ 312 milhões.

Estados Unidos e Alemanha foram os principais destinos dos cafés brasileiros no primeiro trimestre.

Resultado de março

As exportações de café verde do Brasil em março cresceram 14,2% na comparação anual, para 2,64 milhões de sacas. Do total embarcado no mês, 2,47 milhões de sacas foram de café arábica (+10,4%) e 172,74 mil sacas de robusta (+125,7%), segundo o Cecafé.

Também foram embarcados no mês passado 323,20 mil sacas de café solúvel, queda de 15,5%, e 1 mil sacas de torrado & moído (-42,1%), levando o total exportado pelo Brasil, entre verdes e industrializados, a 2,96 milhões de sacas, alta de 10%.

“Os resultados de exportação de café referentes ao mês de março foram muito positivos. O Brasil apresentou boa performance mesmo estando no período de entressafra… É importante destacar que o país registrou volumes recordes de exportação nos meses de janeiro a fevereiro”, afirmou Carvalhaes em nota.

As vendas totais geraram US$ 379,17 milhões em março, ante US$ 426,24 milhões um ano antes, com impacto de preços quase 20% mais baixos.

Os preços internacionais do café arábica, principal variedade cultivada no país, têm rondado mínimas em mais de uma década na bolsa ICE, refletindo ofertas amplas mundo afora, em especial no Brasil.

Maior produtor e exportador global, o país colheu um recorde de mais de 60 milhões de sacas de café no ano passado e se prepara para uma safra também volumosa neste ano, mesmo sendo um ciclo bianual de baixa produção, conforme dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

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Rentabilidade de bancos brasileiros é a maior em 7 anos e lucro bate recorde, revela BC

A rentabilidade dos bancos brasileiros terminou 2018 no maior patamar em sete anos, de acordo com informações divulgadas nesta quinta-feira (11) pelo Banco Central.

O chamado retorno sobre o patrimônio líquido do sistema bancário nacional alcançou 14,8% em dezembro do ano passado. Ao final de 2011 estava em 16,5%.

“Sistema brasileiro não é o mais rentável e nem o menos rentável [do mundo]. Está na média. Está bem próximo dos países emergentes”, afirmou o diretor de Fiscalização do BC, Paulo Souza.Retorno sobre o patrimônio líquido do sistema bancário (%)No fim do ano passado, atingiu o maior patamar em sete anos.

De acordo com o BC, o sistema bancário manteve a trajetória de aumento da rentabilidade no segundo semestre de 2018, alcançando níveis pré-crise.

“Nos últimos dois anos, os bancos públicos apresentaram um ritmo mais rápido na evolução dos resultados, atingindo níveis de rentabilidade mais próximos aos dos bancos privados”, informou o a instituição, no relatório de estabilidade financeira.

Segundo o BC, o aumento da rentabilidade aconteceu, em 2018, apesar da “redução dos resultados de tesouraria [com títulos públicos], e da estagnação das carteiras de crédito corporativas [empréstimos para empresas]”.

Acrescentou que essa alta da rentabilidade pode ser explicada, principalmente, pela redução das despesas de provisão (recursos que têm de ser apartados por conta de inadimplência) e dos custos de captação (queda da taxa Selic), e, também, pelos ganhos de eficiência operacional.

O Banco Central avaliou, entretanto, que há “perspectiva de estabilização das despesas de provisão e do custo de captação” e, por isso, “a trajetória de aumento da rentabilidade tende a perder força”.

Lucro do sistema financeiro

De acordo com o relatório do BC, o lucro líquido dos bancos somou R$ 98,5 bilhões no ano passado e, com isso, bateu recorde da série histórica, que começa em 1994.

“Em termos nominais, é o maior lucro com certeza”, afirmou o diretor de Fiscalização da instituição, Paulo Souza. Segundo ele, o patrimônio do sistema financeiro está na faixa de R$ 800 bilhões.

O diretor explicou que o aumento do lucro líquido dos bancos, no ano passado, está relacionado com o crescimento da carteira de crédito e, principalmente, “com melhora na redução das despesas de provisão, redução na margem com juros na carteira como um todo”.

“O principal fator é de uma redução de R$ 20 bilhões em despesas com provisão [recursos que têm de ser mantidos em caixa para fazer frente a eventuais perdas com inadimplência]”, concluiu.

No ano passado, o lucro dos maiores bancos do país cresceu. É o caso do Bradesco, do Itaú, do Santander, e do Banco do Brasil.

Juros bancários e lucro do sistema financeiro

O aumento da rentabilidade dos bancos brasileiros acontece em um cenário de juros bancários elevados. Apesar de a taxa básica de juros, a Selic, estar no menor patamar da história (6,5% ao ano), as instituições financeiras ainda cobram taxas elevadas.

Em algumas linhas de crédito, os juros são próximos de 300% ao ano. A redução dos juros bancários é considerada um dos desafios da nova equipe econômica.

Dados do BC mostram que os quatro maiores conglomerados bancários do país detinham, no fim de 2017, 78% de todas as operações de crédito feitas por instituições financeiras no país. Essas informações sobre concentração bancária ainda não foram atualizadas para o ano de 2018.

Em fevereiro, durante audiência pública no Senado Federal, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou que o sistema bancário brasileiro não é mais “concentrado” do que em outras economias desenvolvidas, e acrescentou que os bancos do país também são competitivos.

Para ele, inadimplência (35% do spread), os custos operacionais (25%) e os custos financeiros (25%) têm mais peso, no preço dos serviços oferecidos pelos bancos, do que o lucro dos bancos. O presidente do BC declarou que vai “trabalhar fortemente” para reduzir o “spread” e os juros bancários.

Sistema financeiro robusto

Segundo o relatório de estabilidade financeira, o sistema bancário dispõe de capital robusto, em nível e em qualidade, plenamente aderente às regras de Basileia III (nível de capital próprio para poder continuar emprestando recursos a clientes e financiando projetos) e com capacidade para suportar o crescimento da demanda por crédito.

“Os resultados dos testes de estresse de capital [simulações feitas pelo BC de piora do cenário econômico] seguem confirmando a resiliência do sistema bancário, que se mostra capaz de absorver as perdas estimadas em todos os cenários simulados”, acrescentou a instituição.

De acordo com o BC, pesquisa realizada com instituições financeiras demonstra que o mercado “permanece confiante na robustez e na capacidade de o sistema financeiro absorver choques, porém mantém elevada a preocupação com os riscos relacionados ao cenário internacional e à aprovação das medidas necessárias para o equilíbrio fiscal”.

Fonte: G1 – Economia

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